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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Responsabilidade ao formar uma família


Quem crê na palavra de Deus como expressão da verdade, acredita que no princípio, Deus criou o homem conforme a Sua imagem e semelhança. Vendo Deus que não era bom para o homem estar só, criou a mulher para ser sua companheira e os dois se reproduzirem enchendo a Terra (Gênesis 2:7, 2:18 e 4:1). Aí se formou a primeira célula familiar, um homem + uma mulher + filhos.
Durante séculos esta estrutura familiar foi respeitada e víamos a figura paterna como líder, a mãe como ajudadora , educadora, aquela que cuidava, e era notável o respeito dos filhos pelos pais. Concordo que alguns exageros eram cometidos como pais muito severos e ausentes, mulheres e mães carregando nas costas o peso de cuidar sozinha da educação de seus filhos sem nunca poderem reclamar da distância e ausência de seus maridos. As mulheres não tinham “voz”.                          Na busca incessante por assumirmos nosso devido lugar e conquistarmos o direito de sermos respeitadas e ouvidas como os homens, acabamos assumindo papéis que não são nossos e acumulando funções. Certamente em muitos pontos este avanço foi positivo, mas acabamos saindo de um extremo para o outro, quando deveríamos buscar o equilíbrio. Isto fez com que a estrutura familiar assumisse vários formatos diferentes do original, daquilo que Deus planejou para o homem como ideal.              
Não quero parecer antiquada nem preconceituosa, determinando o que é família saudável ou disfuncional. Sei que nem sempre o ideal é o real, mas precisamos ter no nosso coração desde cedo o desejo de pertencer e dar origem a uma família saudável.                                                                       Grande parte dos problemas que enfrentamos hoje na sociedade, como violência, abuso sexual e drogas, por exemplo, nascem de famílias desestruturadas. Pais que não se relacionam com filhos mesmo morando sob o mesmo teto, filhos que assistem os pais se violentarem fisicamente, pais que suprem a ausência com tudo que há de mais caro, pais que para evitarem conflitos se tornam extremamente permissivos, acabam gerando situações desastrosas que ocupam as páginas dos jornais diariamente.                     
Chega de criticar a justiça e de responsabilizar o Estado por algo que poderia ser evitado no seio da família. Uma criança não se torna um marginal da noite para o dia. Um jovem não se vicia em drogas ou bebida num estalar de dedos. Muitas vezes isso acontece como um grito de socorro que pode ser tarde demais: “pai estou aqui, olha pra mim”.                                                
Pense bem antes de ter um filho. Pense se está pronta para assumir esta responsabilidade que é sim pesada. Pense que aquele bebê lindo um dia cresce e que você é responsável pela construção de seu caráter.                                                       
Se depois de pensar, você e seu companheiro chegarem a conclusão que estão sim, prontos para assumir este papel, entrem de cabeça nesta missão sabendo que é recompensador dedicar tanto esforço e tempo de qualidade na formação de uma família saudável e feliz

Um comentário:

  1. Com certeza, precisamos ter muita responsabilidade diante da família...filhos são heranças do senhor, temos uma grande missão como pais...eu diria que é uma missão trabalhosa, porém maravilhosa!!!!
    parabéns amiga!!!
    bjjjj

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